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Acidentes com animais peçonhentos se tornam mais comuns nesta época do ano; 3 pessoas morreram por picada de escorpião em 2023 no Norte de MG

Dados da Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros apontam que mais de 87% de todos os acidentes com animais peçonhentos registrados na região estão relacionados com escorpiões.

Foto mostra escorpião amarelo, tipo mais comum no Norte de MG — Foto: Thiago Mamed/Funed

A Superintendência Regional de Saúde de Montes Claros enviou ofício aos 54 municípios que fazem parte de sua área de abrangência reforçando a necessidade de intensificar ações de prevenção para evitar acidentes com animais peçonhentos nesta época do ano, principalmente os escorpiões.

Dados da SRS apontam que mais de 87% de todos os acidentes com animais peçonhentos registrados na região estão relacionados com escorpiões (veja as localidades com o maior número de registros abaixo). Entre janeiro de 2022 e agosto de 2023, mais de 8,9 mil acidentes com esse tipo de artrópode foram notificados na região, sendo que três pessoas morreram neste ano. Os óbitos ocorreram em Montes Claros, Salinas e São Francisco.

“Diante de números tão significativos é de fundamental importância que os gestores de saúde e a população em geral redobre os cuidados, especialmente em relação às crianças que constituem o grupo mais suscetível ao envenenamento sistêmico grave”, alertou a coordenadora de vigilância em saúde da SRS de Montes Claros, Agna Soares da Silva Menezes, em informações divulgadas pela SRS.

Conforme a superintendência, os municípios devem analisar os dados registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação para identificar quais são as ações que devem ser priorizadas em cada cidade. No Norte de Minas os acidentes envolvem especialmente a espécie Tityus serrulatus, mais conhecido como escorpião amarelo.

“A SRS orienta que os municípios também devem realizar ações de promoção à saúde e prevenção dos acidentes, com o repasse de orientações à população; divulgação ampla do fluxo para atendimento das pessoas nas unidades de saúde em casos de acidentes por animais peçonhentos; disponibilização dos protocolos vigentes; qualificação e capacitação dos profissionais de saúde para o manejo de pacientes.”

Por g1 Grande Minas

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