Discussão durante partida de futsal termina com jogador de 19 anos esfaqueado por árbitro adolescente em João Pinheiro

Confusão teve início após marcação de uma falta no Ginásio Poliesportivo Jorge Moura. Jovem sofreu um ferimento na coxa, foi atendido na UPA e liberado. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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Uma partida de futsal terminou em violência no Bairro Bouganville, em João Pinheiro. Um jogador de 19 anos foi esfaqueado na coxa após uma discussão com o árbitro da partida, que, segundo a ocorrência, é um adolescente.

De acordo com informações da Polícia Militar, a confusão começou por volta das 21h na noite da última sexta-feira (26), no Ginásio Poliesportivo Jorge Moura. Testemunhas relataram que o desentendimento teve início após uma marcação de falta. Depois de cair durante uma jogada, o atleta teria sido cobrado de forma ríspida pelo árbitro para se levantar, o que provocou um intenso bate-boca.

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A discussão rapidamente evoluiu para agressões físicas, com troca de socos e chutes entre os envolvidos. Outros jogadores conseguiram conter a briga momentaneamente, mas, antes de deixar o ginásio, o árbitro teria feito ameaças de retornar ao local.

Pouco tempo depois, o adolescente voltou ao ginásio portando um canivete. Conforme relatos, uma pessoa tentou impedir a agressão, enquanto a vítima tentou afastar o agressor com um chute. Durante a ação, o jovem de 19 anos foi atingido por um golpe de canivete na coxa direita.

Após o ataque, o suspeito fugiu do local. A vítima foi socorrida por pessoas que acompanhavam a partida e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de João Pinheiro. O ferimento foi considerado leve, e o jogador recebeu atendimento médico antes de ser liberado.

A Polícia Militar realizou buscas no endereço onde o adolescente residiria, mas o imóvel estava fechado e ninguém foi localizado.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil, que instaurará inquérito para identificar formalmente o adolescente, esclarecer as circunstâncias da ocorrência e adotar as medidas cabíveis conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).