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Menina de 11 anos desaparece ao ir para a igreja, é estuprada e morta em Minas

O corpo de Suzana Rocha Silva foi achado em uma estrada vicinal sem as roupas e com sinais de violência. Um adolescente confessou o crime

Crime comoveu a cidade.

Uma menina de 11 anos que desapareceu após sair para ir a igreja em Cachoeira do Pajeú, na região do Vale do Mucuri de Minas Gerais, foi encontrada morta neste domingo (18). Um adolescente confessou ter estuprado a criança e depois ter enforcado a menina. 

O crime chocou a cidade que tem pouco mais de 9 mil habitantes. Segundo informações da Polícia Militar, familiares contaram que a menina saiu por volta de 18h do sábado para ir a igreja, no último sábado (17). Ela encontraria com uma tia, mas desapareceu e nao foi mais vista.

A Polícia Militar foi acionada para tentar encontrar a criança e foram iniciadas buscas junto com familiares e amigos. A criança foi encontrada morta no domingo em um matagal, próximo a uma estrada vicinal. Ela estava sem as roupas, com um edema na cabeça e sinais de enforcamento.

Adolescente confessa que estuprou e esganou menina 

Após diligências, a Polícia Militar chegou até um adolescente de 16 anos que confirmou que se encontrou com Suzana às 20h do sábado. Ele disse que manteve relações sexuais com ela, com o consentimento dela, no entanto por se tratar de menor de 18 anos, o caso é considerado crime de estupro. 

O adolescente relatou aos policiais que “do nada” começou a esganá-la e que, ao perceber que ela estava sem respirar, ele a deixou no local. O adolescente usou o carro de um tio para cometer o crime. O veículo foi vendido logo após o assassinato. O suspeito do crime foi apreendido. Ele estava com o celular da vítima que também foi apreendido. 

A perícia da Polícia Civil de Pedra Azul, também no Norte de Minas foi acionada para o local. A prefeitura de Cachoeira do Pajeú divulgou uma foto em seu perfil do Facebook pedindo Justiça pela menina Suzana. A reportagem de O TEMPO procurou a Polícia Civil para obter mais detalhes do caso e aguarda retorno. 

Fonte: O TEMPO

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